Ela é Verônica, mãe solteira, trabalha para sustentar a ela e ao filho. Nunca se queixou de trabalhar, e sempre até teve gosto por isso. Dava-lhe a liberdade de sair de casa, de ver o mundo e se sentir parte dele.
Em 1997, Rodrigo tinha 7 anos, e ela uma oportunidade brilhante pela frente. Trabalharia como secretária de uma executiva, que além do salário, lhe pagaria um curso de línguas- inglês e espanhol- para ajudar nas conversas que teria com seus clientes. Entretanto, o trabalho e o curso consumiriam quase o seu dia inteiro. "O meu filho precisa de mim. Mas eu nunca tive acesso a nada disso... imagine: duas línguas diferentes, uma chefe chiquérrima que me apoia, um outro mundo! Eu quero isso!", Era diferente, era estranho. Tomar as rédeas de sua vida pela primeira vez, crescer um pouquinho- no intelecto, na vaidade- aquela era a hora.
Não para Rodrigo. No seu mundo de carrinhos e jogos houvera carinho e atenção materno também. Ele não entendia agora o porquê de ter que ficar na casa da "tia", aquela madrinha velha e solteira, a qual nada tinha pra ensiná-lo, nenhum afago de mãe, era nada familiar. Na sua mentalidade confusa e ingênua lhe batiam perguntas constantes sobre o amor de sua mãe, se ela não lhe queria mais. Ele nem entendia o porquê de ela estar longe. "É para o nosso bem, filhinho". Ele só sabia que ela estava feliz, mas não entendia que "bem nosso" era esse. Que de nosso não tinha nada. Era dela! Era só dela. Enquanto isso ele tinha que aguentar os programas de fofoca da sua tia, nenhum brinquedo, o tédio da tarde.
Passaram-se 13 anos, e agora Rodrigo era um homem. Estava construindo o homem. Verônica, uma senhora.
Estava em outro trabalho e com anseios de uma aposentadoria próxima, que viesse logo, acalmasse de vez a monotonia, a monocromia de sua vida. Sua rotina era Rodrigo, vivia por ele. Esperando um segundo de sua parada em casa, um segundo de piadas, um abraço pra iluminar seu dia. Agora era ele o vaidoso, crescente, iluminado, com senhoras oportunidades na janela. O tempo corria, e ele corria junto. Verônica o esperava na linha de chegada, mas tinha sempre mais uma volta que Rodrigo precisava concluir.
Ele dizia " Perae, mãe! Já falo com você." Já falo, já vejo, já te abraço, já te amo, pera só um pouquinho. Veronica se sentia com 7 anos, sem brinquedos e com milhões de perguntas na cabeça: Será que ele me ama? Será que ele lembra que eu existo? Mas que porra! O que mais eu tenho que fazer pra ele me ver?
Mas ela não tinha 7 anos, e sim tinha que entender que o ciclo ia e voltava. E agora via o porquê das perguntas de Rodrigo, tão envergonhadas e tão precoces sobre o amor dela naquela época, em 97. Com a sabedoria das experiências, Verônica transforma lentamente a raiva da liberdade de seu filho, a inveja de sua luz em calmaria e entendimento.
O entendimento dessas tantas voltas, e de que um dia a velocidade dos dois vão estar igualadas, e eles vão poder dar as mãos, falar sobre o presente, o passado e o futuro. E caminhar pelo circuito.
Em 1997, Rodrigo tinha 7 anos, e ela uma oportunidade brilhante pela frente. Trabalharia como secretária de uma executiva, que além do salário, lhe pagaria um curso de línguas- inglês e espanhol- para ajudar nas conversas que teria com seus clientes. Entretanto, o trabalho e o curso consumiriam quase o seu dia inteiro. "O meu filho precisa de mim. Mas eu nunca tive acesso a nada disso... imagine: duas línguas diferentes, uma chefe chiquérrima que me apoia, um outro mundo! Eu quero isso!", Era diferente, era estranho. Tomar as rédeas de sua vida pela primeira vez, crescer um pouquinho- no intelecto, na vaidade- aquela era a hora.
Não para Rodrigo. No seu mundo de carrinhos e jogos houvera carinho e atenção materno também. Ele não entendia agora o porquê de ter que ficar na casa da "tia", aquela madrinha velha e solteira, a qual nada tinha pra ensiná-lo, nenhum afago de mãe, era nada familiar. Na sua mentalidade confusa e ingênua lhe batiam perguntas constantes sobre o amor de sua mãe, se ela não lhe queria mais. Ele nem entendia o porquê de ela estar longe. "É para o nosso bem, filhinho". Ele só sabia que ela estava feliz, mas não entendia que "bem nosso" era esse. Que de nosso não tinha nada. Era dela! Era só dela. Enquanto isso ele tinha que aguentar os programas de fofoca da sua tia, nenhum brinquedo, o tédio da tarde.
Passaram-se 13 anos, e agora Rodrigo era um homem. Estava construindo o homem. Verônica, uma senhora.
Estava em outro trabalho e com anseios de uma aposentadoria próxima, que viesse logo, acalmasse de vez a monotonia, a monocromia de sua vida. Sua rotina era Rodrigo, vivia por ele. Esperando um segundo de sua parada em casa, um segundo de piadas, um abraço pra iluminar seu dia. Agora era ele o vaidoso, crescente, iluminado, com senhoras oportunidades na janela. O tempo corria, e ele corria junto. Verônica o esperava na linha de chegada, mas tinha sempre mais uma volta que Rodrigo precisava concluir.
Ele dizia " Perae, mãe! Já falo com você." Já falo, já vejo, já te abraço, já te amo, pera só um pouquinho. Veronica se sentia com 7 anos, sem brinquedos e com milhões de perguntas na cabeça: Será que ele me ama? Será que ele lembra que eu existo? Mas que porra! O que mais eu tenho que fazer pra ele me ver?
Mas ela não tinha 7 anos, e sim tinha que entender que o ciclo ia e voltava. E agora via o porquê das perguntas de Rodrigo, tão envergonhadas e tão precoces sobre o amor dela naquela época, em 97. Com a sabedoria das experiências, Verônica transforma lentamente a raiva da liberdade de seu filho, a inveja de sua luz em calmaria e entendimento.
O entendimento dessas tantas voltas, e de que um dia a velocidade dos dois vão estar igualadas, e eles vão poder dar as mãos, falar sobre o presente, o passado e o futuro. E caminhar pelo circuito.
Está tudo bem. está tudo tão bem. tão equilibrado. eu tenho uma família que me dá apoio, amigos, uma profissão na cabeça, algumas certezas na idéia, uma segurança do que eu sou e do que eu não sou e dos meus erros. eu tenho consciência.
e é talvez por essa consciência que esteja tudo tão mal. eu já sei de tudo o que eu tenho que saber sobre mim. ninguém precisa me ajudar. meus problemas são abstratos, ninguém pode ver. não tem o porquê de ajudar. mas eu queria.
falta tanto.
tem um vazio estagnado. com certezas imutáveis, pelo menos pra estes próximos meses. e essas certezas me deixam sem futuro, sem porquê.
não está tudo bem, apesar de eu saber me virar sozinha, e de saber tudo o que acontece.
o jeito é esperar por um futuro próximo que promete trazer mudanças, e que eu espero que traga. Que mostrem mais do que eu já sei, ou que esconda de mim o que eu não preciso saber.
e é talvez por essa consciência que esteja tudo tão mal. eu já sei de tudo o que eu tenho que saber sobre mim. ninguém precisa me ajudar. meus problemas são abstratos, ninguém pode ver. não tem o porquê de ajudar. mas eu queria.
falta tanto.
tem um vazio estagnado. com certezas imutáveis, pelo menos pra estes próximos meses. e essas certezas me deixam sem futuro, sem porquê.
não está tudo bem, apesar de eu saber me virar sozinha, e de saber tudo o que acontece.
o jeito é esperar por um futuro próximo que promete trazer mudanças, e que eu espero que traga. Que mostrem mais do que eu já sei, ou que esconda de mim o que eu não preciso saber.
em redondilhos maiores
expresso minha vontade
natural como o fernando
sincero como o bocage
amor, um nome confuso
paixão, um acaso intenso
me movam pra encontrar o mundo
dêem paz pro que há aqui dentro
expresso minha vontade
natural como o fernando
sincero como o bocage
amor, um nome confuso
paixão, um acaso intenso
me movam pra encontrar o mundo
dêem paz pro que há aqui dentro
why do I expect too much?
Orkut às vezes é sábio. Às vezes, que isto fique bem sublinhado. Pensando bem, esta sorte tem mais de uma interpretação. Mas aí vai a minha, que condiz com o dia de hoje:
Novas impressões são sempre válidas.
Uma observação diferente sobre o fim, sobre decisões impulsivas ou não, e suas consequências.
Olhar com outros olhos alguém que você conhece desde que nasceu. Achar algo que lhe encante mais.
Um novo ângulo de ver a vida, algo que lhe faltava ou estava adormecido, colocar mais ou menos pitadas de algum sentimento.
Porque não se entregar à mutabilidade da vida? Porque não achá-la bela? Porque se estagnar?
Achar misturas nunca antes usadas de cores que pareciam estar apagadas.
MAS NÃO ESTAVAM.

Novas impressões são sempre válidas.
Uma observação diferente sobre o fim, sobre decisões impulsivas ou não, e suas consequências.
Olhar com outros olhos alguém que você conhece desde que nasceu. Achar algo que lhe encante mais.
Um novo ângulo de ver a vida, algo que lhe faltava ou estava adormecido, colocar mais ou menos pitadas de algum sentimento.
Porque não se entregar à mutabilidade da vida? Porque não achá-la bela? Porque se estagnar?
Achar misturas nunca antes usadas de cores que pareciam estar apagadas.
MAS NÃO ESTAVAM.
- Music:the way I am - Ingrid.
mesmo com um gradiente contrário, com 28917827,5 mil coisas dizendo pra ele não aparecer, ele ainda persiste.
podemos enganar ao mundo inteiro não dizendo uma palavra, mas dentro de nós um milhão delas correm de um lado pro outro pedindo: diga-me.
não podemos enganar a nós mesmos.
e talvez por termos plena noção dos nossos "erros" e nossas fraquezas, que escondê-los parece ser mais difícil ainda.
a burrice é tranquila.
o pensamento toma conta e cria possibilidades.
como já disse, não sou eu. é o meu pensamento.
"Encontrar a mais justa adequação,
tudo métrica e rima e nunca dor,
Mas a vida é real e de viés"
podemos enganar ao mundo inteiro não dizendo uma palavra, mas dentro de nós um milhão delas correm de um lado pro outro pedindo: diga-me.
não podemos enganar a nós mesmos.
e talvez por termos plena noção dos nossos "erros" e nossas fraquezas, que escondê-los parece ser mais difícil ainda.
a burrice é tranquila.
o pensamento toma conta e cria possibilidades.
como já disse, não sou eu. é o meu pensamento.
"Encontrar a mais justa adequação,
tudo métrica e rima e nunca dor,
Mas a vida é real e de viés"
eu cansei das preocupações mesquinhas. parece que falta tanto pra atingir meu apse. resolvi acordar sei lá do que. de um sono tremendo que me paralisa os cambitos. um auto-medo-controle que me impede de andar. me guie se for possível, mas acho que agora é impossível me parar. eu não sei que força eu tenho. talvez tenha um começo de força. o que sei é que é a resultante, e que faz o sistema caminhar.
não sei pra onde essa força vai. só quero colocá-la no melhor dos caminhos. quero que tenha resultados.
quero dizer o que sempre achei certo e nunca disse por medo de errar.
quero dizer o que sempre achei certo e nunca disse por medo de errar.
quero que morram as amarras que nos seguram de nós mesmos, os fantasmas do desaprovar.
[ponto]
você não sabe o que te espera nunca. e as vezes eu sei que vc sente, que algo está pra acontecer. na maioria delas acontece. você sabe o que é errado nisso. você desconsidera tudo. porque você sabe o que te faz bem. mas aí vem o peso das experiências e te acorda. eu sei. eu sei que você acorda.
o tempo muda e trás novas esperanças, mas você sabe que não está nada pronto. o olha com curiosidade, pra saber o que mudou. não arranca nada que te dê brilho, e o mistério te deixa com vontade de brilhar.
você tem plena convicção que é o único, o mundo diz que não, com suas 6 bilhões de pessoas. você não conheceu todas, mas numa amostra grande delas, não viu o mistério, não quis brilhar.
você se sente à vontade com ele. mas não tanto que não tenha mais pra descobrir, e pra mostrar. parece um jogo, que vc não aprendeu a jogar. mas já está no meio do tabuleiro, e tenta desvendar a todo custo, antes que termine o percurso.
você gosta de jogar, apesar de não saber muito como.
a esperança se compacta dentro de você, e libera aos poucos, ou de repente, quando o vê. você não está desesperado, nem apaixonado, você só não sabe se há outros que te façam reluzir.
ele te faz sonhar no meio de uma selva de concreto, te mostra que ainda há brilho, mas não pode fazer nada por isso.
você precisa continuar sem ele, impor o brilho em outras coisas, e esperar que um dia, os raios te acordem, entrem pela vidraça, atravessem você, e reflitam, sem te queimar.
esse dia vai chegar.
o tempo muda e trás novas esperanças, mas você sabe que não está nada pronto. o olha com curiosidade, pra saber o que mudou. não arranca nada que te dê brilho, e o mistério te deixa com vontade de brilhar.
você tem plena convicção que é o único, o mundo diz que não, com suas 6 bilhões de pessoas. você não conheceu todas, mas numa amostra grande delas, não viu o mistério, não quis brilhar.
você se sente à vontade com ele. mas não tanto que não tenha mais pra descobrir, e pra mostrar. parece um jogo, que vc não aprendeu a jogar. mas já está no meio do tabuleiro, e tenta desvendar a todo custo, antes que termine o percurso.
você gosta de jogar, apesar de não saber muito como.
a esperança se compacta dentro de você, e libera aos poucos, ou de repente, quando o vê. você não está desesperado, nem apaixonado, você só não sabe se há outros que te façam reluzir.
ele te faz sonhar no meio de uma selva de concreto, te mostra que ainda há brilho, mas não pode fazer nada por isso.
você precisa continuar sem ele, impor o brilho em outras coisas, e esperar que um dia, os raios te acordem, entrem pela vidraça, atravessem você, e reflitam, sem te queimar.
esse dia vai chegar.
Começou de leve, como quem não quer nada, e foi crescendo, crescendo.
Minhas dúvidas sempre tão frequentes me enxeram o pote.
Cada dia mais jogo porções delas para o alto.
Cada dia mais provo um pouco do seu amor.
É estranho pra mim, porque todas as experiências passadas pra mim foram arrebatadoras, choques de vontades e sentimentos.
Coisas que no fim, foram importantes pra eu crescer, mas que nunca deram certo, ou que nem tentaram dar. "Porque tudo que começa com muito pode acabar muito pior"
O "pouco" me fascinou, ou, dizendo melhor, o...
"aos poucos"
♥
Minhas dúvidas sempre tão frequentes me enxeram o pote.
Cada dia mais jogo porções delas para o alto.
Cada dia mais provo um pouco do seu amor.
É estranho pra mim, porque todas as experiências passadas pra mim foram arrebatadoras, choques de vontades e sentimentos.
Coisas que no fim, foram importantes pra eu crescer, mas que nunca deram certo, ou que nem tentaram dar. "Porque tudo que começa com muito pode acabar muito pior"
O "pouco" me fascinou, ou, dizendo melhor, o...
"aos poucos"
♥
Dizem por aí que as grandes figuras da humanidade sabiam de tudo um pouco (ou muito), gostavam de coisas diversas, e compunham, no fim, um amontoado de pensamentos inteligentes e que ficaram aí, pra todos nós.
Mas eu sei lá, as pessoas costumam nos restringir tanto. Querem que selecionemos, que escolhamos um lado e abandonemos o outro. É contraditório e me faz pensar.
Eu sei que é muuito importante que tracemos nosso destino, uma linha, uma base, pra não nos perdermos. Mas quem diz que o resto está perdido?
-Mãe, eu posso ser tudo de uma vez?
Acho meio impossível gostar de um tipo só, só ir a um lugar, só seguir um caminho. Mudar, experimentar, viver tudo que há pra viver... não é o que dizem os livros de auto-ajuda e os e-mails de pps?
Eu não vou me adaptar. Não vou esquecer minhas broken rocks.
Vou juntar todas numa galeria só.
Mas eu sei lá, as pessoas costumam nos restringir tanto. Querem que selecionemos, que escolhamos um lado e abandonemos o outro. É contraditório e me faz pensar.
Eu sei que é muuito importante que tracemos nosso destino, uma linha, uma base, pra não nos perdermos. Mas quem diz que o resto está perdido?
-Mãe, eu posso ser tudo de uma vez?
Acho meio impossível gostar de um tipo só, só ir a um lugar, só seguir um caminho. Mudar, experimentar, viver tudo que há pra viver... não é o que dizem os livros de auto-ajuda e os e-mails de pps?
Eu não vou me adaptar. Não vou esquecer minhas broken rocks.
Vou juntar todas numa galeria só.
- Music:be ok- Ingrid Michaelson
PEOPLE
Em alguns aspectos, muitas vezes, sua vida parece estar cercada de oportunidades, as quais você usa esporadicamente, tranquilamente. Sabe admistrá-las e torná-las úteis.
É simples e proveitoso viver. sempre.
Não preciso me esforçar em ser quem eu não sou pra conseguir coisas, elas são mais "alcançáveis" deste modo.
Não preciso colocar nomes de deuses nos rios ou céu, pra dizer que são divinos. Eu sinto-os, e isso basta.
Não preciso também me precupar em ter amigos, ou em perdê-los. é fácil reconhecê-los na multidão, e manter os que são os MELHORES.
Entretanto, tem partes da vida que são bem mais complicadas. Pra cada um, essa dificuldade vem de um ângulo diferente.
A confusão está no não resolver, em complicar sem haver motivo. Em idealizar sem ação. Em repugnar sem esperar.
Se é médio, pequeno ou grande o que sinto (como medir?). Se é pra um ano, se é pra agora (como saber?). Se devo ou se não devo (como saber sem nunca experimentar?).
ARE JUST PEOPLE.
Em alguns aspectos, muitas vezes, sua vida parece estar cercada de oportunidades, as quais você usa esporadicamente, tranquilamente. Sabe admistrá-las e torná-las úteis.
É simples e proveitoso viver. sempre.
Não preciso me esforçar em ser quem eu não sou pra conseguir coisas, elas são mais "alcançáveis" deste modo.
Não preciso colocar nomes de deuses nos rios ou céu, pra dizer que são divinos. Eu sinto-os, e isso basta.
Não preciso também me precupar em ter amigos, ou em perdê-los. é fácil reconhecê-los na multidão, e manter os que são os MELHORES.
Entretanto, tem partes da vida que são bem mais complicadas. Pra cada um, essa dificuldade vem de um ângulo diferente.
A confusão está no não resolver, em complicar sem haver motivo. Em idealizar sem ação. Em repugnar sem esperar.
Se é médio, pequeno ou grande o que sinto (como medir?). Se é pra um ano, se é pra agora (como saber?). Se devo ou se não devo (como saber sem nunca experimentar?).
ARE JUST PEOPLE.
Fiona diz por mim:
I´m gonna make a mistake
I'm gonna do it on purpose
I'm gonna waste my time
'Cause I'm full as a tick
And I'm scratching at the surface
And what I find is mine
And when the day is done, and I look back
And the fact is I had fun, fumbling around
All the advice I shunned, and I ran
Where they told me not to run, but I sure had fun, so
I'm gonna fuck it up again
I'm gonna do another detour
Unpave my path
And if you wanna make sense
What you looking at me for
I'm no good at math
And when I find my way back
The fact is I just may stay, or I may not
I've acquired quite a taste for
A well-made mistake I wanna make a mistake
Why can't I make a mistake?
I'm always doing what I think I should
Almost always doing everybody good
Why
Do I wanna do right, of course but
Do I really wanna feel I'm forced to
Answer you, hell no
I've acquired quite a taste for
A well-made mistake, I wanna make a mistake
Why can't I make a mistake
I'm always doing what I think I should
Almost always doing everybody good
Why
Porque não o mais fácil? Porque não o estável?
Muito pra mim é pouco.
obrigada, maria rita.
I´m gonna make a mistake
I'm gonna do it on purpose
I'm gonna waste my time
'Cause I'm full as a tick
And I'm scratching at the surface
And what I find is mine
And when the day is done, and I look back
And the fact is I had fun, fumbling around
All the advice I shunned, and I ran
Where they told me not to run, but I sure had fun, so
I'm gonna fuck it up again
I'm gonna do another detour
Unpave my path
And if you wanna make sense
What you looking at me for
I'm no good at math
And when I find my way back
The fact is I just may stay, or I may not
I've acquired quite a taste for
A well-made mistake I wanna make a mistake
Why can't I make a mistake?
I'm always doing what I think I should
Almost always doing everybody good
Why
Do I wanna do right, of course but
Do I really wanna feel I'm forced to
Answer you, hell no
I've acquired quite a taste for
A well-made mistake, I wanna make a mistake
Why can't I make a mistake
I'm always doing what I think I should
Almost always doing everybody good
Why
Porque não o mais fácil? Porque não o estável?
Muito pra mim é pouco.
obrigada, maria rita.
de agora em diante é vida o que eu preciso. não hologramas que vêm diretamente da minha mente pros meus olhos. hologramas são mentiras, eu quero tato.
se as ações são o que ficam, eu quero o que realmente marca e muda. o que se importa e cuida.
é o fim da minha era virtual.
é o fim das coisas que não prestam pra nada, que se remoem e não produzem.
eu preciso de edifícios.
prédios lindos que podem se alojar no campo ou na praia, que se decoram à partir do meu gosto, que me abrigam e são certezas.
da casa das dúvidas já busquei tudo, espero não ter deixado pedaços de mim. e se deixei, construo outros, novos e belos. criados ou nascidos naturalmente. vão se juntar e encaixar em harmonia, sem deixarem rastros,.e sem nem perguntarem se podem ou não existir.
se as ações são o que ficam, eu quero o que realmente marca e muda. o que se importa e cuida.
é o fim da minha era virtual.
é o fim das coisas que não prestam pra nada, que se remoem e não produzem.
eu preciso de edifícios.
prédios lindos que podem se alojar no campo ou na praia, que se decoram à partir do meu gosto, que me abrigam e são certezas.
da casa das dúvidas já busquei tudo, espero não ter deixado pedaços de mim. e se deixei, construo outros, novos e belos. criados ou nascidos naturalmente. vão se juntar e encaixar em harmonia, sem deixarem rastros,.e sem nem perguntarem se podem ou não existir.
hoje eu to hiperativa! todos já saíram dessa coisa crase que é a internet, e eu estou aqui no marasmo e querendo falar.
sei lá, o mundo surpreende. de repente é você sentindo algo que você achou que jamais fosse se concretizar dentro do seu infimo ser (?). de repente é ver todo mundo crescer junto e se espantar o quão bom isso é, e o quão quão melhor é a parte do JUNTO. de repente é imaginar mil coisas futuras e breves ao mesmo tempo.
me acho repetitiva mais não paro de usar essa figura de linguagem. de repente é me ver cheia de vida e ver que todo o resto também está, conspirando a favor.
não há dúvida que apague, não tem mini-problema que se imponha, não tem falta de resposta pras perguntas que consiga diminuir o brilho das cores que eu estou sentindo. nothing´s gonna change my world now.
sei lá, o mundo surpreende. de repente é você sentindo algo que você achou que jamais fosse se concretizar dentro do seu infimo ser (?). de repente é ver todo mundo crescer junto e se espantar o quão bom isso é, e o quão quão melhor é a parte do JUNTO. de repente é imaginar mil coisas futuras e breves ao mesmo tempo.
me acho repetitiva mais não paro de usar essa figura de linguagem. de repente é me ver cheia de vida e ver que todo o resto também está, conspirando a favor.
não há dúvida que apague, não tem mini-problema que se imponha, não tem falta de resposta pras perguntas que consiga diminuir o brilho das cores que eu estou sentindo. nothing´s gonna change my world now.
é comum e ao mesmo tempo surpreendente encontrar novos pontos que gostamos nas pessoas, novos ângulos pra uma mesma conversa, tornar mais especial quem já era.
te ver assim me deixa orgulhosa. é de um orgulho de quem não esperava por tudo isso, mas sabia que havia potencial pra qualquer coisa. talvez eu já soubesse que naquelas piadas infames ou na sua timidez já se escondiam as enormes qualidades, que você mostrou cada vez mais com o tempo.
e não só qualidades, mas defeitos, trejeitos, manias, que te tornam tão tão grande pra mim. vc tem escutado isso de mim muitas vezes ultimamente, e espero que não esteja cansado.
aliás, o que vc não escutou de mim nesses tempos? e o que eu não escutei de você? não deixamos passar nenhuma divagação.
as conversas são tão longas e produtivas e diferenciadas que a gente pode falar o que quiser.
você se tornou mais pra mim. já era, mas há sempre um jeito de melhorar.
obrigada por tornar mais fáceis os sonhos, por ser tão igual a mim em alguns quisitos, por me ensinar tanto que nem vc sabe o quanto, por tornar menores os problemas, por dividir desejos, por falar bosta, por falar sério. por dizer um eu te amo lindo na hora de ir embora.
ah, e obrigada por deixar seu cabelo do jeito que eu gosto (no dia que eu escrevi isso, o povo não tinha te deixado carequim)
obrigada por me dar razões mesmo sem precisar delas, pra dizer um dos "eu te amo´s" mais sinceros da minha vida.
eu te amo, zé.
te ver assim me deixa orgulhosa. é de um orgulho de quem não esperava por tudo isso, mas sabia que havia potencial pra qualquer coisa. talvez eu já soubesse que naquelas piadas infames ou na sua timidez já se escondiam as enormes qualidades, que você mostrou cada vez mais com o tempo.
e não só qualidades, mas defeitos, trejeitos, manias, que te tornam tão tão grande pra mim. vc tem escutado isso de mim muitas vezes ultimamente, e espero que não esteja cansado.
aliás, o que vc não escutou de mim nesses tempos? e o que eu não escutei de você? não deixamos passar nenhuma divagação.
as conversas são tão longas e produtivas e diferenciadas que a gente pode falar o que quiser.
você se tornou mais pra mim. já era, mas há sempre um jeito de melhorar.
obrigada por tornar mais fáceis os sonhos, por ser tão igual a mim em alguns quisitos, por me ensinar tanto que nem vc sabe o quanto, por tornar menores os problemas, por dividir desejos, por falar bosta, por falar sério. por dizer um eu te amo lindo na hora de ir embora.
ah, e obrigada por deixar seu cabelo do jeito que eu gosto (no dia que eu escrevi isso, o povo não tinha te deixado carequim)
obrigada por me dar razões mesmo sem precisar delas, pra dizer um dos "eu te amo´s" mais sinceros da minha vida.
eu te amo, zé.
preciso escrever sobre ele.
ele fica de canto. não é triste, mas é pouco. é um fio tenro entre a explosão de alegria e a escuridão.
encosto nele. ele me abraça sem medo. me cobre no meu frio vazio. me enche no meu vácuo. não diz nada, nem precisa. é pura energia.
quando o meu frio é bom, ele aparece pra ficar melhor. entre as pessoas é quase um novo amigo. um daqueles que irradiam surpresa, por ser novo e termos a possibilidade de conhecê-lo.
ando pra encontrá-lo. procuro-o em tudo. como tudo na vida, às vezes temos demais. e ele me cansa. mas logo estou eu de novo, atrás de seu brilho. tentando agarrar com a mão, ingenuamente, aquilo que ele me passa só de me olhar.
um dia eu hei de tê-lo por entre os dedos, como as árvores o tem numa manhã quase fria, por entre as folhas. como as nuvens o deixam passar pelos orifícios. com pesar, mas com orgulho da imagem linda que sabem que formam.
vou saber tê-lo com esse sentimento que a natureza exala ao encontrá-lo.
sol, te quero em meus dias, no meu coração, por entre os cabelos. quero ser vc quando crescer.
ele fica de canto. não é triste, mas é pouco. é um fio tenro entre a explosão de alegria e a escuridão.
encosto nele. ele me abraça sem medo. me cobre no meu frio vazio. me enche no meu vácuo. não diz nada, nem precisa. é pura energia.
quando o meu frio é bom, ele aparece pra ficar melhor. entre as pessoas é quase um novo amigo. um daqueles que irradiam surpresa, por ser novo e termos a possibilidade de conhecê-lo.
ando pra encontrá-lo. procuro-o em tudo. como tudo na vida, às vezes temos demais. e ele me cansa. mas logo estou eu de novo, atrás de seu brilho. tentando agarrar com a mão, ingenuamente, aquilo que ele me passa só de me olhar.
um dia eu hei de tê-lo por entre os dedos, como as árvores o tem numa manhã quase fria, por entre as folhas. como as nuvens o deixam passar pelos orifícios. com pesar, mas com orgulho da imagem linda que sabem que formam.
vou saber tê-lo com esse sentimento que a natureza exala ao encontrá-lo.
sol, te quero em meus dias, no meu coração, por entre os cabelos. quero ser vc quando crescer.
A minha arte é o que aceito ser meu.
Algo que, por ignorância, rejeitava, pensava não ser digno de mim.
Mas ao contrário, essa arte é o que me liberta, por mais estranha que possa ser. A arte mostra minha entranhas de um jeito que só eu consigo ver e não consigo transmitir.
É um meio, um caminho pra própria verdade.
Pode ser em um riso descontrolado ou na lágrima de uma música.
Mas merece existir, explodir em forma e em cor, pra que o mundo saiba de sua existência.
Esta arte particular é a primeira que me aceita e torna belo, vendo de perto, o que de longe me afeia.

Algo que, por ignorância, rejeitava, pensava não ser digno de mim.
Mas ao contrário, essa arte é o que me liberta, por mais estranha que possa ser. A arte mostra minha entranhas de um jeito que só eu consigo ver e não consigo transmitir.
É um meio, um caminho pra própria verdade.
Pode ser em um riso descontrolado ou na lágrima de uma música.
Mas merece existir, explodir em forma e em cor, pra que o mundo saiba de sua existência.
Esta arte particular é a primeira que me aceita e torna belo, vendo de perto, o que de longe me afeia.
Minha inconstância sorri
chora pula e diz e daí?
Não se entrega as horas
está aquém delas
Ora por aquelas:
que passem rápidas
Oh senhor
Assim, não estática
Seja o que sou
Minha inconstância tem fé
de se encontrar um dia,
de montar os pedaços
e sair na euforia
panela com tampa
cara-metade
quebra-cabeça
Só espero não depender de variantes.
Que, por natureza, variam
mais que a própria inconstância.
Dando menos certeza
de seu encontro
Mas a fé continua,
dentro de mim,
quieta e oca,
tendo o seu grande papel
de ser fé.
chora pula e diz e daí?
Não se entrega as horas
está aquém delas
Ora por aquelas:
que passem rápidas
Oh senhor
Assim, não estática
Seja o que sou
Minha inconstância tem fé
de se encontrar um dia,
de montar os pedaços
e sair na euforia
panela com tampa
cara-metade
quebra-cabeça
Só espero não depender de variantes.
Que, por natureza, variam
mais que a própria inconstância.
Dando menos certeza
de seu encontro
Mas a fé continua,
dentro de mim,
quieta e oca,
tendo o seu grande papel
de ser fé.
Quando eu era um cotocoquinho os fios eram lisos, corretos, comportados, quietos.
guardavam sua essência bem escondida na raiz.
pareciam presos pelo elo forte da timidez, do medinho e etc.
vai ver eu já sabia que eles acoplavam uma boa dose de liberdade. Mal sabia eu, na verdade, que eles iam soltá-la (essa dose), conforme aumentavam seu comprimento.
ganharam forma, leveza, e agora já se comunicam, entre si. com os outros, com o mundo. Têm sonhos, e gostam do vento.
De que vale o seu cabelo liso e as idéias enroladas dentro de sua cabeça.
guardavam sua essência bem escondida na raiz.
pareciam presos pelo elo forte da timidez, do medinho e etc.
vai ver eu já sabia que eles acoplavam uma boa dose de liberdade. Mal sabia eu, na verdade, que eles iam soltá-la (essa dose), conforme aumentavam seu comprimento.
ganharam forma, leveza, e agora já se comunicam, entre si. com os outros, com o mundo. Têm sonhos, e gostam do vento.
De que vale o seu cabelo liso e as idéias enroladas dentro de sua cabeça.
